NOIVOS & NAMORADOS

Um caminho abençoado para o casamento

Arquivo para Noivos

A importância de ser cheio do Espírito Santo

Pr. Silas Malafaia

Pr. Silas Malafaia

Podemos escolher diversas maneiras para seguir a nossa vida, mas a melhor delas é viver de forma abundante com o poder de Deus. E o segredo para alcançar esta bênção está na admoestação do apóstolo Paulo, feita em Efésios 5.18: E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito (Ef 5.18).
Após Jesus entregar Sua vida na cruz do Calvário para a redenção da humanidade, Ele ressuscitou e apareceu para os discípulos, comissinou-os a pregar as boas-novas de salvação e enviou o Espírito Santo, o Consolador, para que não ficassem órfãos nem desamparados após Ele ter voltado para junto do Pai.
Contudo, muitos cristãos não aproveitam está bênção para trilhar um caminho reto e triunfante na presença do Senhor. Preferem agir sob os próprios impulsos e esforços, achando que ser cheio do Espírito Santo é apenas confessar o nome de Jesus como único e suficiente Salvador.
É preciso muito mais que isso para ser cheio da presença do Espírito de Deus. Não basta falar em línguas estranhas ou freqüentar os cultos semanalmente. O Senhor espera mais de cada um de nós para revestir-nos com seu poder. Ele deseja que nos tornemos semelhantes a Cristo em nossa maneira de pensar, sentir, falar e agir .
Isto é um processo contínuo, um exercício diário, que visa à santificação e ao crescimento espiritual. Todos os dias somos chamados a despir-nos dos velhos hábitos e assumir a posição de novas criaturas, de filhos de Deus, tendo Jesus como referencial. Só que não podemos fazer isso pelo nosso próprio conhecimento ou poder. Dependemos do agir do Espírito Santo para alcançar este propósito, porque só aqueles que querem ter uma vida sob o controle de Deus é que alcançam as promessas do Senhor em sua totalidade. É hora de ser cheio do Espírito Santo.
Deus, em cumprimento à Sua promessa em Joel 2.28,29 e em Ezequiel 36.26,27, enviou Seu Espírito para habitar em cada pessoa que aceitou Cristo como seu Salvador e Senhor (ver Atos 1.8; 2.1-11). É pela ação do Espírito Santo que o homem é convencido de pecado, de justiça e de juízo, arrepende-se e é santificado, produzindo o fruto do Espírito —que é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gálatas 5.22,23 ARA) e recebendo dons espirituais e ministeriais, para o crescimento e a edificação dos membros do Corpo de Cristo.
O Espírito Santo é o agente responsável pelo novo nascimento, o nascimento espiritual, a regeneração do ser humano, a transformação deste em nova criatura feita à imagem e semelhança de Cristo, para tornar-se, como Ele, um filho de Deus (ver João 3.5; Tito 3.5). Em outras palavras, é o Espírito Santo quem inspira, aconselha, dirige e consola o cristão. É Ele quem deve operar em nós tanto o querer como o efetuar segundo a boa vontade de Deus (Filipenses 2.13).
Foi pela ação e inspiração do Espírito Santo que os profetas veterotestamentários falaram e agiram, revelando aos homens a mensagem e a vontade de Deus, bem como é pela orientação do Espírito que a Igreja de Jesus age e anuncia o Evangelho.
O Espírito de Deus agia na vida dos crentes do Antigo Testamento e também age na vida dos cristãos nos dias de hoje. Mas de uma maneira mais plena, pois não está mais restrito apenas àqueles que presidem sobre outros, mas a todos que fazem parte do Corpo de Cristo.
Entretanto, existe uma diferença entre ser habitação do Espírito e ser cheio do Espírito. Depois da conversão, o coração passa a ser templo do Espírito. Só que este deve ser o Senhor de tudo, com plena liberdade para operar em nós para a glória de Deus. Ele deseja que vivamos de forma transbordante com a presença do Espírito Santo. Só assim conseguiremos testemunhar com autoridade as boas novas à humanidade e sermos vitoriosos sobre o pecado, o mundo e o diabo.
O Espírito Santo é o nosso combustível, o nosso guia, o nosso intercessor! Podemos ser prósperos financeiramente e ter todos os bens materiais desejáveis, mas se não nos enchermos da presença do Espírito de Deus seremos como um carro sem gasolina. Não funcionaremos e não cumpriremos os propósitos para os quais fomos chamados.
Além disso, devemos ser cheios do Espírito Santo: 1) porque um lugar vazio pode ser mal ocupado, trazendo morte e destruição; 2) porque precisamos de amadurecimento espiritual para atingir a estatura de Cristo; 3) porque só uma pessoa cheia do Espírito Santo é mais do que vencedora e estará apta a encontrar-se com Cristo, quando Ele vier buscar a Sua Igreja.
Em suma, encher-se do Espírito é o segredo da vitória em todos os aspectos da nossa vida. O Senhor deseja que Seus filhos sejam cheios do Espírito Santo agora mesmo. Se não estivermos preparados e revestidos de Seu poder, dificilmente desfrutaremos as bênçãos divinas na terra e, muito menos, no céu, ao lado do Pai por toda a eternidade.
Para alcançar este propósito, a primeira coisa a fazer é ter o desejo de ser cheio do Espírito Santo (Mateus 5.6); é querer ardentemente ter comunhão com Ele, ansiar em ser controlado e fortalecido por Deus. Você quer ser cheio do Espírito Santo? Então busque isso.

(Mensagem extraída do livro A importância de ser cheio do Espírito Santo, do Pr. Silas Malafaia, publicado pela Editora Central Gospel)

Enquete – casar virgem

Curso para noivos

Pr. Josué Gonçalves

Pr. Josué Gonçalves

Gn 2:18 – Lemos no capítulo 1 que tudo quanto Deus criara era “muito bom”. Aqui pela primeira vez constatamos algo que “não era bom’. Realmente não é bom que o homem fique sozinho. Uma auxiliadora foi criada por Deus para estar com ele. “idônea”, ou, “aquela que lhe corresponde ou “que está como diante dele”. Existem situações em que pessoas ficam sós. O ideal da criação de Deus é que cada homem tenha sua esposa, cada mulher o seu marido.

Gn 2:24 – Há três princípios sobre matrimônio neste texto:

1.      Deixar pai e mãe – Gênesis originalmente foi escrito na língua hebraica. No hebraico há um verbo forte aqui, com o sentido de “abandona”. Não somente deixar pai e mãe. É abandonar !

Obviamente que não há o sentido de desprezo nesta idéia. Mas, sim, de uma real separação. O ideal é que o novo casal more LONGE dos pais dele ou dela. Porque iniciam vida nova. O casal agora é uma família: seus pais são apenas parentes.

O casal aprende a resolver todos os seus problema por si só. Sem a interferência “da barra da saia da mãe”.

Suponhamos uma situação em que marido-mulher encontram-se em discordância ou problema. Ele (ou ela) procuram a “mãezinha”. O que essa mãe (ou sogra) responderá ? Se for realmente sábia, dirá – “não me conte nada ! volte para seu lar ! resolvam vocês mesmos !”

  1. Une-se à sua mulher (união – O fator “UM”) – tal princípio vale para ambos: Ele & Ela. Porém a maior ênfase é ao homem. O marido se une à sua mulher. Este é o princípio da FOCALIZAÇÃO. Ele focaliza sua atenção NELA. Geralmente é mais comum que MULHERES focalizem sua atenção no lar. São elas que engravidam, amamentam… O marido é que tem que aprender que, casando-se, sua vida é a ESPOSA; sua vida são os filhos; o lar enfim. Seus pensamentos têm que estar 100 % voltados para o lar.
  2. Tornando-se os dois uma só carne – ambos uma só pessoa, na matemática de Deus 1 + 1 = 1. È uma linda semelhança com Deus: Deus é um, e ao mesmo tempo, TRÊS. O casal é um, e ao mesmo tempo duas pessoas.

Há um erro que as pessoas fazem ao dizer – “caso-me com fulano; dou 50% de minha vida a ele; ele me dá 50% também. Somados, somos um casal 100%. Erradíssimo. Se cada um dá só metade, a quem darão a outra metade ? E na matemática de Deus, duas metades somadas resultarão num casamento pela metade.

O certo é: o homem inteiro (100%) doado à sua esposa;

A mulher inteira (100%) doada à seu marido;

Ambos somados dá exatamente 100%, nada menos, nada mais !

Gn 2:25 – estavam nus e não se envergonhavam ! Há 2 sentidos para “estar nu”

Físico: (corpo, sexo, contato íntimo, carícias, etc.) – esta parte é objeto de um estudo especial a respeito. Sobre a benção do sexo, do íntimo contato matrimonial Mental: (conversa, relacionamento humano, sem segredo, sem barreiras !

Estar nu, especialmente na MENTE: desnudam-se um perante o outro. Relacionamento saudável! Pois guardar segredos adoece o casal. Rancores guardados transformam-se em ressentimento com “mau cheiro”. È terrível um casal onde não existe liberdade de expressão, onde cada um não pode falar o que gostaria de falar!

Perante o cônjuge, abrimo-nos inteiramente. Não há barreiras, máscaras, nada. A mulher conhece cada defeito dele; as fraquezas e limitações de seu marido. O homem conhece cada defeito dela; suas fraquezas e limitações. Isso é saudável.

Pessoas que não abrem seu coração a seu próprio cônjuge, ou, a ninguém, tornam-se neuróticas. Abrigam no próprio ser problemas que nunca se resolvem porque não são ventilados. Emboloram. Tornam-se ranzinzas e insatisfeitas. Como é bom ter alguém para desabafar, abrir o coração, falar tudo, ser compreendido! E esse é o melhor amigo (ou amiga) é o próprio cônjuge.

O Amor

Perguntas:

1.      Como desenvolver o amor entre um casal ?

  1. O amor “apaixonado” de namorados continua na vida conjugal?
  2. Os anos de casamento fazem o amor crescer ou diminuir ?

Essas são as mais graves e importantes perguntas para um casal. Pois nelas se encerra toda nossa vida. O casamento depende do amor: nasce no amor, vive do amor, e sem amor o casamento acaba.

Dois lados: um triste, outro glorioso

No Brasil, há alguns anos, uma estatística demonstrava: 40% dos casamentos terminam em desquite. Isso significa que em 10 casamentos feitos hoje, 4 se desfarão amanhã! E isso sem contar os casais que, embora “vivendo juntos”, não se compreendem, apenas “toleram-se” Um casal que se une realmente pela vontade de Deus, tem um amor CRESCENTE. O amor de namorados, depois de noivos, depois de lua de mel, vai se desenvolvendo. Quanto mais passam-se os anos, maior é o amor conjugal! A compreensão, a ternura, a satisfação, tudo aumenta !

Como responder àquelas 3 perguntas acima ?

PRIMEIRO: o Amor vem de Deus.

“Aquele que não ama, não conhece à Deus, pois Deus é amor.” I Jo 4:8

“amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus, e conhece a Deus”. I Jo 4:7

“Se de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros”. I Jo 4:11

         Só um casal que tem Deus no lar, é que tem o amor crescente. Pois Deus é quem sustenta, alimenta, desenvolve o amor !

  • Ilustração; um casal “quente”, “apaixonado”, pode ser comparado a um prato com comida quentinho. Tal prato é colocado sobre uma mesa. Passam-se 2 horas: está gelado.

Um outro casal, mesmo não tão “quente”, é como um prato com comida fria. Tal prato é colocado sobre a chapa de um fogão a lenha. Passam-se muitas horas: o prato se aqueceu e não esfria! Só um casal “em Jesus” é que não se esfria com o passar do tempo.

“… à imagem de Deus o criou, homem-mulher” – Gn 1:27.

“Deus nos predestinou para sermos CONFORMES À IMAGEM DE SEU FILHO…” – Rm 8:29

- Só duas pessoas que TEMEM A Deus é que são transformadas à própria imagem de Deus. Faz parte desta “figura” divina implantada no casal, o AMOR.

O verdadeiro casamento é um triângulo. Não é “união de dois”. Isso seria materialismo e seria incompleto. Deus é a 1ª pessoa no casamento. O amor de Deus é que nutre o amor conjugal.

SEGUNDO: o amor não é “paixão”

Há um provérbio popular que faz uma caricatura do casamento:

” O amor é uma flor roxa que nasce no coração do trouxa ! “

Amor-paixão é assim mesmo: imaturo, infantil, irracional, errado. Pega fogo num minuto, noutro já apagou. `esse o “amor” que levam muitos a um casamento apressado, infeliz, fracassado.

Fp 1: 9 e 10: “e também faço esta oração: que o vosso Amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda percepção, para aprovardes as coisas excelentes…”

Amor é CONHECIMENTO. Conhecimento tem a ver com nossa capacidade de decisão: nós somos capazes de “tomar a decisão de amar”.

“Amar” não é ser “arrebatado” por um sentimento irracional por um fulano qualquer.

“Amar” (amor verdadeiro) é DECIDIR amar alguém. È conhecer a pessoa e adquirira a habilidade de perceber se essa é a pessoa certa para o casamento. Perceber “aprovar as  coisas excelentes”.

TERCEIRO: A amor de Deus é ÁGAPE

O idioma original do Novo Testamento, o grego, possui três palavras para o termo em que em português define-se apenas como “amor”.

Em grego as 3 palavras são:

         Eros: “amor erótico”. É o amor mais baixo. Egoísta, individualista. Diz respeito ao sexo também – mas abrange mais do que isso. É o amor que só quer ganhar, receber, e não quer dar nada.

  • FILIA – “amor familiar” – É “amar a quem ama”, é gostar só de quem gosta de mim. É só fazer o bem a quem também possa me ajudar.
  • ÁGAPE – “amor sacrificial” – Este foi o amor que levou Jesus a morrer pela humanidade. Este é o amor que um casal deve ter: cada um “morrer pelo companheiro”. Dar tudo. Sacrificar-se.

QUARTO: o amor deve ser cultivado

No namoro há coisas características e peculiares:

- beijos – segredos – bilhetes – flores – perfume – carícias – surpresas – cartinhas – presentes – etc.

Por que tudo isso não continua na vida conjugal ??????

Uma moça, no namoro, se enfeita toda para encontrar-se com o “amado”. Depois casa-se com ele. Não se enfeita mais, e desanda a engordar. Não cultivou o amor. Um rapaz dá flores à namorada, bilhetes, etc. Casa-se com ela. Não dá mais rosas nem cartinhas. Não está cultivando o amor.

O romantismo do namoro deve ser preservado, cultivado, cuidado, como se fosse uma plantinha delicada que sem água seca logo. As coisas mais “FÚTEIS”: beijinhos, carinhos, palavras românticas, etc. é que são as mais importantes para um casal se amar sempre !

Orçamento Familiar

Importância: Lucas 14: 28 à 30 – ter prudência como regra nos permite experimentar o milagre multiplicador do Senhor (prosperidade)

Planilha de custos: é bom que o casal possua uma planilha de custos mensais, isso nos ajuda a enxergar nossas necessidades básicas, das quais não podemos abrir mão. Antes de casarmos não nos damos conta de que teremos que pagar água, luz, gás, etc…

Extraído do site www.josuegoncalves.com.br – Pr. Josué Gonçalves

Eu Prometo… Mas qual o propósito?

Eu prometo mas, qual propósito? Neste exato momento, muitos jovens casais estão pensando em edificar uma casa.  A Palavra de Deus nos ensina que existem duas formas de edificá-la: Sobre a rocha ou sobre a areia (Mateus 7:24-27). Edificam sobre a rocha aqueles que ouvem e praticam a Palavra, sobre a areia somente os ouvintes. Comece da forma correta edificando sobre a rocha que é o Senhor Jesus, sem dúvida é extremamente mais trabalhoso. Cavar alicerces na rocha não é tarefa fácil, porém o tempo mostrará que valeu a pena porque a Palavra nos alerta que sempre haverá tempos difíceis, com as mais variadas provações que constituirão verdadeiras tempestades em nossas vidas… Mas que tranquilidade estar edificado na rocha que é Jesus, porque mesmo frente ao ímpeto das tormentas e o transbordar das águas, nós prevaleceremos, mas grande será a ruína de quem edificou sobre a areia. Não podemos, por comodidade, começar de qualquer maneira. Acertar depois é muito mais trabalhoso.

Na verdade o que queremos é que todos nós tenhamos uma visão correta da VERDADEIRA MOTIVAÇÃO PARA O CASAMENTO e como Deus vê a família. Mas antes de falar sobre isto, vamos conferir juntos algumas motivações erradas, que talvez seja a causa de muitos problemas que vivemos hoje. Infelizmente nós somos formados para pensar na festa, nos músicos, na igreja, no vestido branco, na roupa dos padrinhos e do noivo e nas necessidades da nova casa. Uma pergunta, entretanto, ninguém nos levou a fazer: – Afinal, qual o propósito para nos casarmos?

Motivações lícitas para o casamento, mas não as motivações de Deus.

Extraído da Apostila da Comunidade da Graça “Noivos, preparação para o casamento” do Pr. Jorge L. Mantoan

Recomendado para noivos, é uma apostila com dicas muito importantes

Quem não se comunica…

Pr. Jaime Kemp

Pr. Jaime Kemp

“A palavra certa na hora certa é como um desenho de ouro feito em cima de prata.” (Provérbios 25:11)

Há vários textos bíblicos que nos dão conselhos sobre  como podemos desenvolver uma boa comunicação em família. Provérbios 25:11-28 é um desses. Veja mais textos e “dicas” para você se comunicar bem e se relacionar melhor com a sua família:

  • Seja um bom ouvinte e não fale enquanto a outra pessoa não terminar de falar (Tiago 1:19 ; Provérbios 18:13).
  • Não seja precipitado ao responder. Pense antes de falar. Fale de forma clara para que a outra pessoa possa entender aquilo que você diz (Provérbios 15:23,28 ; 21:23).
  • Fale sempre a verdade, mas fale com amor. Não exagere (Efésios 4:15,25 ; Colossenses 3:9).
  • Não se envolva em brigas. É possível discordar sem brigar (Provérbios 17:14 ; 20:3 ; Romanos 13:10 ; Efésios 4:31).
  • Não responda com  raiva. Use palavras brandas e respostas bondosas (Provérbios 14:29 ; 15:1 ; 19:11 ; Efésios 4:26).
  • Não use o silêncio para frustrar seu interlocutor. Se você hesita em responder, explique o porquê. Silêncio, especialmente por parte do marido, representa para a esposa uma resposta negativa.
  • Evite aborrecer o seu cônjuge, noivo(a), namorado(a) ou outra pessoa da família (Provérbios 10:19 ; 17:9 ; 20:5).
  • Quando você estiver errado, admita e peça perdão (Tiago 5:16). Quando alguém lhe pedir perdão, comunique-lhe que você o perdoou (Colossenses 3:13 ; I Pedro 4:8 ; Efésios 4:32).
  • Não culpe ou critique seu cônjuge, noivo(a), namorado(a) ou outro membro da família, mas procure encorajar, edificar e ajudar (Gálatas 6:1 ; Romanos 14:13 ; I Tessalonicenses 5:11).
  • Procure entender a opinião do outro, tente se colocar no lugar dele (Filipenses 2:1-4 ; Efésios 4:2).
  • Escolha o momento apropriado para se comunicar (Provérbios 15:23 ; 25:11).

Talvez você esteja procurando um ponto de partida para melhorar a comunicação em sua família. Considere colocar em prática essas “dicas”, pois elas são baseadas na Palavra de Deus. Creio que o Senhor pode e quer trabalhar entre vocês para estreitar os laços de intimidade que devem uni-los.

Aproveitem a chance!

Extraído da Bíblia  da Família (Estudos de Jaime e Judith Kemp) SBB

Viva melhor e mais feliz!

Pr. Silmar Coelho

Pr. Silmar Coelho

Todas as pessoas experimentam conflitos relacionais. Alguns conflitos não podem ser modificados. Mas jamais poderemos transformar os conflitos em algo positivo até que os enfrentemos. Fugir dos conflitos não é a solução. O poeta português Luis de Camões afirmou que não se aprende na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando somente. Aprendemos vendo, tratando e pelejando.

Prevenir é sempre o melhor remédio. Devemos aprender a não perpetuar os mesmos erros de pessoas insensíveis e irredutíveis que, de contínuo, ferem e causam infelicidade àqueles que convivem com elas. Conflitos são, até certo ponto, normais. Ninguém pode viver inteiramente livre deles. Na verdade, não são os conflitos que acabam com as melhores ou piores relações. O que determina o fim do relacionamento são as atitudes e decisões que tomamos diante das discórdias.

“Um relacionamento que dá certo é um edifício que tem que ser construído todos os dias.”

Thomas Fuller

Quem age motivado pela ira, mentira, amargura, irritabilidade e infidelidade, jamais é feliz.  É a paz que alicerça o amor, e não a ira. É a verdade que promove a confiança, e não a mentira. É o perdão que traz a reconciliação, e não a amargura. É a sensibilidade que permite o diálogo, e não a irritabilidade. É a fidelidade que garante que o relacionamento será capaz de durar até à morte, e não a infidelidade. Esquecer estas verdades é um convite ao desastre. Mude suas atitudes ou viva com as conseqüências. A escolha é sua.

“Uma vitória dentro de nós é mil vezes mais gloriosa do que qualquer vitória fora
de nós.”

Henry Ward Beecher

A meta do relacionamento nunca foi e nunca será a destruição ou extinção da família, mas o saneamento e a purificação das relações que existem entre os seres humanos. As oportunidades aparecem quando os obstáculos são superados; problemas são eliminados abrindo caminhos para o entendimento, a maturidade e o crescimento. O relacionamento deve evoluir e transformar-se, e não deteriorar-se. Tudo isso para você poder viver plena e abundantemente a experiência do amor. O amor atravessa barreiras, une extremos e transforma tudo pôr onde passa; guiado pôr ele, você supera dificuldades, vence limitações, ultrapassa conflitos e alcança aquilo que julgava impossível.

Extraído do site www.silmar coelho.com – Dr. Silmar Coelho

Jugo desigual

Jugo desigual

Diferenças de valores, fé e ideologia podem levar ao desequilíbrio na relação entre o casal

Muito se fala sobre jogo desigual, mas, para entendermos o seu verdadeiro significado nas relações interpessoais, faz-se necessário compreender o real sentido das palavras. O dicionário da língua portuguesa Larouse Cultural descreve jugo como “canga com que se juntam os animais para puxar o arado ou o carro; opressão, sujeição”. Já a palavra desigual significa “irregular, não uniforme, injusto, volúvel, desproporcional”.

Entendendo o sentido das palavras, fica mais fácil compreender o cuidado do apóstolo Paulo quando recomendou: “Não vos ponhais em jugo desigual”, 2 Coríntios 6.14. Imaginemos um agricultor que deseja arar o seu terreno para, em tempo hábil, fazer o plantio da terra. Se colocar sob um mesmo jugo um boi, que é lento, com um jumento, que é rápido, certamente a desproporcionalidade o impedirá de alcançar o seu objetivo.

Apesar do termo “jugo desigual” poder referir-se às diversas formas de alianças entre pessoas, desejamos nos ater tão somente nos relacionamentos conjugais, considerando o período da escolha, de namoro até à convivência no cotidiano como casados.

Há quem veja, por exemplo, a incidência de jugo desigual nas desigualdades físicas como estatura, grupo etário, estética ou etnia. É bem verdade que tais aspectos podem, muitas vezes, acarretar determinados transtornos no relacionamento. E isso é ocasionado pela herança cultural que cada um recebe no âmbito familiar. Normalmente tendemos a passar adiante nossa história de vida. Tal atitude pode ter repercussões negativas na condução do novo lar. Se, por exemplo, aprendemos que a cor da pele ou diferença de idade é fator negativo e, ainda assim, nos envolvemos num relacionamento sem considerar o nosso aprendizado, podemos perder a aceitação familiar e colhermos frutos da indiferença e, às vezes, até da inimizade.

Contudo, não significa dizer que um casal, mesmo possuindo alguma das diferenças citadas, não tenha a chance de ser feliz. Se estivessem dispostos a relevar eventuais críticas ou rejeições, assumindo conscientemente a escolha, poderão sim encontrar o caminho da realização e da felicidade. Afinal, o namoro e o casamento proporcionam a rica oportunidade de diálogo, conhecimento e confronto com valores e práticas muitas vezes equivocadas levando-nos a vivenciar experiências novas e a construir novos conceitos e paradigmas. Ademais, teologicamente falando, jamais podemos afirmar que a advertência do apóstolo Paulo, acerca do jugo desigual, tenha qualquer relação com a questão da aparência física.

Analisando as diferenças

Outro aspecto apontado como incurso no jugo desigual é a diferença cultural. Alguns alegam que um casal que não possui o mesmo nível social ou profissional pode ter limitações para ver o mundo sob um mesmo prisma, o que fatalmente acarretaria muitas dificuldades para alcançar ideais comuns. De fato, não são poucos os casais que, submetidos a esta situação, reclamam da dificuldade de diálogo porque o cônjuge é simplesmente incapaz de acompanhar um raciocínio lógico em decorrência da limitação de conhecimentos ou das diferenças culturais. Quando chegam a esse nível, tais relacionamentos normalmente culminam em isolamento, esfriamento e provável separação. Entretanto, se analisarmos por outro ângulo, existe casais que se conheceram vivenciando estas diferenças e insistiram em levar adiante o relacionamento e conseguiram construir uma convivência  saudável e respeitosa. Muitos cônjuges conseguiram até a superação das próprias deficiências educacionais e culturais ao serem desafiados pela necessidade de corresponder e atender às expectativas e exigências do outro. Portanto, não é correto afirmar que o relacionamento conjugal entre pessoas de diferentes níveis sociais seja condenável do ponto de vista bíblico.

Existe ainda um outro fator que pode ser considerado altamente significativo para o sucesso do relacionamento. Trata-se das desigualdades comportamentais. O comportamento é fruto da imagem que fazemos de nós mesmos e que foi formada a partir daquilo que disseram que somos e moldada pelo meio em que vivemos. Abdicardeste autoconhecimento, mesmo para atender às demandas da outra parte envolvida no relacionamento, é uma missão quase impossível. Muitos casamentos fracassam porque os interessados esperam encontrar, no outro, respostas que venham satisfazer apenas às suas necessidades pessoais como encontrar alguém que seja capaz de amar, de compreender as indisposições diante dos desafios da vida, de respeitar os ideais e ajudar a tomar decisões, de admirar os dotes físicos e atender as necessidades sexuais, de tirar as amarras que prendem a antigas imposições da família, de realçar a importância perante outros… Enfim suprir todas as carências e vazios existentes no ser.

Indubitavelmente muitos destes motivos estarão presentes na vida de uma pessoa que está em busca da consolidação de um relacionamento, mas tentar alcançar satisfação pessoal sem uma contrapartida é sinônimo de egoísmo e, certamente, não promoverá a realização mútua. Se uma das partes manifesta este perfil egoístico é necessário tomar muito cuidado! Mas não significa que o relacionamento presente ou futuro esteja perdido. Algumas atitudes precisam ser desenvolvidas como capacidade para dar e receber amor, para comunicar suas emoções, sonhos e projetos, entender as necessidades do outro, ouvindo com atenção e interesse aquilo que é considerado relevante; capacidade de aceitar as diferenças e adaptar-se às mudanças necessárias; de enfrentar as tristezas e alegrias ou os obstáculos e desafios que certamente surgirão no decorrer da jornada. Se bem trabalhadas, as diferenças que poderiam representar um fator de desagregação acabam contribuindo para as mudanças que produzirão crescimento e maturidade.

Desigualdade espiritual

Além dos fatores já mencionados, cremos que a maior ênfase deve ser dada à desigualdade espiritual, ou seja, a que se refere à escolha do cônjuge que não comunga da mesma fé, ou que não tenha o mesmo nível de compromisso com Deus. Nem é preciso dizer que em um lar onde os dois caminham em direções opostas, ou em ritmos diferentes, as conseqüências são desastrosas. Escolher uma pessoa que compartilha das mesmas crenças e sonhos é fundamental para a construção de um bom casamento. É necessário observar os princípios que servirão de base para uma relação duradoura: buscar no parceiro a mesma disposição para servir a Deus, orando com freqüência tanto a sós como em conjunto; ter um claro entendimento dos ensinamentos bíblicos e de como devem se comportar ao longo do namoro, noivado e casamento; ter a consciência de que a sincera amizade, fundamentada no genuíno amor cristão, é indispensável para um casamento equilibrado, já que ela vem embasada nos princípios bíblicos de que não devemos julgar para não sermos julgados e de que devemos considerar o outro como parte do Corpo e Cristo e, portanto, merecedor do nosso apreço e respeito. É verdade que apenas o fato de os dois serem cristãos não é garantia plena de um matrimônio feliz, mas aliado a outros requisitos também indispensáveis, aumenta significativamente a probabilidade de sucesso.

Se, ao ler este artigo, você chegar à conclusão de que o seu namoro não está de acordo com o propósito de Deus, não tenha dúvidas tome as medidas necessárias para não permitir que o seu futuro seja comprometido por uma dedicação da qual venha a se arrepender amargamente. E se concluir que o seu casamento não foi feito segundo o modelo divino, ou se, ao longo da estrada vocês deixaram de considerar a importância de uma aliança com o Criador, não se deixe abater. Busque em Deus a resposta única para o redirecionamento ou restauração do seu casamento. Fazer a coisa certa pode requerer um sacrifício maior, mas os resultados são muito mais gratificantes. Além disso, você pode contar que Deus estará sempre ao seu lado, dando estratégias para que você desfrute de um lar feliz e faça parte do mais arrojado e bem elaborado projeto feito pelo próprio Criador: A família – feliz e abençoada!

Fonte: CPAD
Por Zenilda Pacheco (psicóloga clínica)

Quando uma relação deve acabar?

imagesÀs vezes, as coisas boas acabam. E as coisas más continuam a acontecer, muitas vezes por negligência ou até mesmo medo. Talvez o problema não esteja no elevado número de divórcios que se tem visto ultimamente, mas sim no elevado número de casamentos que se têm efetuado sem responsabilidade.

Mas afinal, quando é que uma relação deve terminar? Simples: quando já não acrescenta nada de bom na vida de um ou dos dois. Ou seja, se não está obtendo o que quer ou precisa da pessoa que está namorando, ou se você percebeu que não era exatamente isto o que você deseja para a sua vida. Talvez tenha chegado a hora de partir para outra.

Pode parecer muito egoísta, mas a verdade é que ninguém ficaria feliz numa relação em que só uma das partes continua ligada à outra por pena ou por obrigação…

E como é que você vai saber se deve ou não terminar a relação? Alguns sinais normalmente mostram que a coisa já não vai muito bem. Mas tenha em mente que é normal algumas situações acontecerem de vez em quando, sem que isso queira dizer que a sua relação está acabando !

* Se você já não conta mais as horas ansiosamente para estar com ele(a), ou se já não tem muita paciência para ouvir as reclamações e acha que uma conversa entre vocês é uma espécie de trabalho árduo pode ser um mau sinal.

* Comparações entre o(a ) seu(a) namorado(a) com outros(as) e ele(a) sai sempre perdendo. Isto acontece muito quando se acha outras pessoas mais atraentes. Se ele(a) não é bem aquilo que você queria e que muitas coisas precisam mudar, talvez seja mais fácil procurar alguém que encaixe nas suas medidas.

* Críticas por tudo e por nada. Se está sempre enchendo a cabeça do outro por qualquer coisinha ( se o fato do cabelo está penteado para direita é porque está do lado direito. Se está penteado para esquerda é porque está para esquerda… Enfim, não há maneira de te agradar !!! ), talvez o problema não esteja nele(a), mas sim em você !

* Quando gostamos de alguém, temos tendência a ignorar certos aspectos que, em outras situações, até nos poderiam desagradar. Se está tendo dificuldade em fazer isto, pode ser um mau sinal…

* Está sempre tentando mudá-lo(a). É comum uma pessoa apaixonar-se por outra que faz aumentar a quantidade de adrenalina no sangue e, mais tarde, descobrir que essa adrenalina, a longo prazo, só por si, não chega. Também há pessoas que se perdem de amores por alguém pela sua calma e que acabam por achar que é exatamente a muita calma dessa pessoa que está a acabar com a atração! Tentar mudar a pessoa pela qual nos apaixonamos é, no mínimo, um contra-senso.

* É sempre você quem se dá. As relações são feitas de uma troca mútua de afetos. Se uma das partes só recebe, é sinal que não está empenhada em fazer com que a relação resulte.

* Já não se sente bem em relação a você mesmo(a). Pode parecer estranho, mas lembre-se de como se sentia quando vocês começaram a sair juntos… Sentia-se bem, não é? Se este sentimento não existe mais… Bem, é hora de rever a relação !

Devemos esgotar todas as tentativas para tentar recuperar o namoro ou o noivado, mas é preciso repensar e refletir se vale a pena continuar. A oração, a orientação divina é a melhor forma de sabermos o que devemos fazer com as nossas vidas. Deus é o melhor conselheiro!

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará.” ( Salmo 37:5 )


(Texto de Viviane Castanheira – retirado de www.elnet.com.br)

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