NOIVOS & NAMORADOS
Um caminho abençoado para o casamentoArquivo para Namorados
Quem não se comunica…
“A palavra certa na hora certa é como um desenho de ouro feito em cima de prata.” (Provérbios 25:11)
Há vários textos bíblicos que nos dão conselhos sobre como podemos desenvolver uma boa comunicação em família. Provérbios 25:11-28 é um desses. Veja mais textos e “dicas” para você se comunicar bem e se relacionar melhor com a sua família:
- Seja um bom ouvinte e não fale enquanto a outra pessoa não terminar de falar (Tiago 1:19 ; Provérbios 18:13).
- Não seja precipitado ao responder. Pense antes de falar. Fale de forma clara para que a outra pessoa possa entender aquilo que você diz (Provérbios 15:23,28 ; 21:23).
- Fale sempre a verdade, mas fale com amor. Não exagere (Efésios 4:15,25 ; Colossenses 3:9).
- Não se envolva em brigas. É possível discordar sem brigar (Provérbios 17:14 ; 20:3 ; Romanos 13:10 ; Efésios 4:31).
- Não responda com raiva. Use palavras brandas e respostas bondosas (Provérbios 14:29 ; 15:1 ; 19:11 ; Efésios 4:26).
- Não use o silêncio para frustrar seu interlocutor. Se você hesita em responder, explique o porquê. Silêncio, especialmente por parte do marido, representa para a esposa uma resposta negativa.
- Evite aborrecer o seu cônjuge, noivo(a), namorado(a) ou outra pessoa da família (Provérbios 10:19 ; 17:9 ; 20:5).
- Quando você estiver errado, admita e peça perdão (Tiago 5:16). Quando alguém lhe pedir perdão, comunique-lhe que você o perdoou (Colossenses 3:13 ; I Pedro 4:8 ; Efésios 4:32).
- Não culpe ou critique seu cônjuge, noivo(a), namorado(a) ou outro membro da família, mas procure encorajar, edificar e ajudar (Gálatas 6:1 ; Romanos 14:13 ; I Tessalonicenses 5:11).
- Procure entender a opinião do outro, tente se colocar no lugar dele (Filipenses 2:1-4 ; Efésios 4:2).
- Escolha o momento apropriado para se comunicar (Provérbios 15:23 ; 25:11).
Talvez você esteja procurando um ponto de partida para melhorar a comunicação em sua família. Considere colocar em prática essas “dicas”, pois elas são baseadas na Palavra de Deus. Creio que o Senhor pode e quer trabalhar entre vocês para estreitar os laços de intimidade que devem uni-los.
Aproveitem a chance!
Extraído da Bíblia da Família (Estudos de Jaime e Judith Kemp) SBB
Viva melhor e mais feliz!
Todas as pessoas experimentam conflitos relacionais. Alguns conflitos não podem ser modificados. Mas jamais poderemos transformar os conflitos em algo positivo até que os enfrentemos. Fugir dos conflitos não é a solução. O poeta português Luis de Camões afirmou que não se aprende na fantasia, sonhando, imaginando ou estudando somente. Aprendemos vendo, tratando e pelejando.
Prevenir é sempre o melhor remédio. Devemos aprender a não perpetuar os mesmos erros de pessoas insensíveis e irredutíveis que, de contínuo, ferem e causam infelicidade àqueles que convivem com elas. Conflitos são, até certo ponto, normais. Ninguém pode viver inteiramente livre deles. Na verdade, não são os conflitos que acabam com as melhores ou piores relações. O que determina o fim do relacionamento são as atitudes e decisões que tomamos diante das discórdias.
“Um relacionamento que dá certo é um edifício que tem que ser construído todos os dias.”
Thomas Fuller
Quem age motivado pela ira, mentira, amargura, irritabilidade e infidelidade, jamais é feliz. É a paz que alicerça o amor, e não a ira. É a verdade que promove a confiança, e não a mentira. É o perdão que traz a reconciliação, e não a amargura. É a sensibilidade que permite o diálogo, e não a irritabilidade. É a fidelidade que garante que o relacionamento será capaz de durar até à morte, e não a infidelidade. Esquecer estas verdades é um convite ao desastre. Mude suas atitudes ou viva com as conseqüências. A escolha é sua.
“Uma vitória dentro de nós é mil vezes mais gloriosa do que qualquer vitória fora
de nós.”
Henry Ward Beecher
A meta do relacionamento nunca foi e nunca será a destruição ou extinção da família, mas o saneamento e a purificação das relações que existem entre os seres humanos. As oportunidades aparecem quando os obstáculos são superados; problemas são eliminados abrindo caminhos para o entendimento, a maturidade e o crescimento. O relacionamento deve evoluir e transformar-se, e não deteriorar-se. Tudo isso para você poder viver plena e abundantemente a experiência do amor. O amor atravessa barreiras, une extremos e transforma tudo pôr onde passa; guiado pôr ele, você supera dificuldades, vence limitações, ultrapassa conflitos e alcança aquilo que julgava impossível.
Extraído do site www.silmar coelho.com – Dr. Silmar Coelho
Jugo desigual

Diferenças de valores, fé e ideologia podem levar ao desequilíbrio na relação entre o casal

Muito se fala sobre jogo desigual, mas, para entendermos o seu verdadeiro significado nas relações interpessoais, faz-se necessário compreender o real sentido das palavras. O dicionário da língua portuguesa Larouse Cultural descreve jugo como “canga com que se juntam os animais para puxar o arado ou o carro; opressão, sujeição”. Já a palavra desigual significa “irregular, não uniforme, injusto, volúvel, desproporcional”.
Entendendo o sentido das palavras, fica mais fácil compreender o cuidado do apóstolo Paulo quando recomendou: “Não vos ponhais em jugo desigual”, 2 Coríntios 6.14. Imaginemos um agricultor que deseja arar o seu terreno para, em tempo hábil, fazer o plantio da terra. Se colocar sob um mesmo jugo um boi, que é lento, com um jumento, que é rápido, certamente a desproporcionalidade o impedirá de alcançar o seu objetivo.
Apesar do termo “jugo desigual” poder referir-se às diversas formas de alianças entre pessoas, desejamos nos ater tão somente nos relacionamentos conjugais, considerando o período da escolha, de namoro até à convivência no cotidiano como casados.
Há quem veja, por exemplo, a incidência de jugo desigual nas desigualdades físicas como estatura, grupo etário, estética ou etnia. É bem verdade que tais aspectos podem, muitas vezes, acarretar determinados transtornos no relacionamento. E isso é ocasionado pela herança cultural que cada um recebe no âmbito familiar. Normalmente tendemos a passar adiante nossa história de vida. Tal atitude pode ter repercussões negativas na condução do novo lar. Se, por exemplo, aprendemos que a cor da pele ou diferença de idade é fator negativo e, ainda assim, nos envolvemos num relacionamento sem considerar o nosso aprendizado, podemos perder a aceitação familiar e colhermos frutos da indiferença e, às vezes, até da inimizade.
Contudo, não significa dizer que um casal, mesmo possuindo alguma das diferenças citadas, não tenha a chance de ser feliz. Se estivessem dispostos a relevar eventuais críticas ou rejeições, assumindo conscientemente a escolha, poderão sim encontrar o caminho da realização e da felicidade. Afinal, o namoro e o casamento proporcionam a rica oportunidade de diálogo, conhecimento e confronto com valores e práticas muitas vezes equivocadas levando-nos a vivenciar experiências novas e a construir novos conceitos e paradigmas. Ademais, teologicamente falando, jamais podemos afirmar que a advertência do apóstolo Paulo, acerca do jugo desigual, tenha qualquer relação com a questão da aparência física.
Analisando as diferenças
Outro aspecto apontado como incurso no jugo desigual é a diferença cultural. Alguns alegam que um casal que não possui o mesmo nível social ou profissional pode ter limitações para ver o mundo sob um mesmo prisma, o que fatalmente acarretaria muitas dificuldades para alcançar ideais comuns. De fato, não são poucos os casais que, submetidos a esta situação, reclamam da dificuldade de diálogo porque o cônjuge é simplesmente incapaz de acompanhar um raciocínio lógico em decorrência da limitação de conhecimentos ou das diferenças culturais. Quando chegam a esse nível, tais relacionamentos normalmente culminam em isolamento, esfriamento e provável separação. Entretanto, se analisarmos por outro ângulo, existe casais que se conheceram vivenciando estas diferenças e insistiram em levar adiante o relacionamento e conseguiram construir uma convivência saudável e respeitosa. Muitos cônjuges conseguiram até a superação das próprias deficiências educacionais e culturais ao serem desafiados pela necessidade de corresponder e atender às expectativas e exigências do outro. Portanto, não é correto afirmar que o relacionamento conjugal entre pessoas de diferentes níveis sociais seja condenável do ponto de vista bíblico.
Existe ainda um outro fator que pode ser considerado altamente significativo para o sucesso do relacionamento. Trata-se das desigualdades comportamentais. O comportamento é fruto da imagem que fazemos de nós mesmos e que foi formada a partir daquilo que disseram que somos e moldada pelo meio em que vivemos. Abdicardeste autoconhecimento, mesmo para atender às demandas da outra parte envolvida no relacionamento, é uma missão quase impossível. Muitos casamentos fracassam porque os interessados esperam encontrar, no outro, respostas que venham satisfazer apenas às suas necessidades pessoais como encontrar alguém que seja capaz de amar, de compreender as indisposições diante dos desafios da vida, de respeitar os ideais e ajudar a tomar decisões, de admirar os dotes físicos e atender as necessidades sexuais, de tirar as amarras que prendem a antigas imposições da família, de realçar a importância perante outros… Enfim suprir todas as carências e vazios existentes no ser.
Indubitavelmente muitos destes motivos estarão presentes na vida de uma pessoa que está em busca da consolidação de um relacionamento, mas tentar alcançar satisfação pessoal sem uma contrapartida é sinônimo de egoísmo e, certamente, não promoverá a realização mútua. Se uma das partes manifesta este perfil egoístico é necessário tomar muito cuidado! Mas não significa que o relacionamento presente ou futuro esteja perdido. Algumas atitudes precisam ser desenvolvidas como capacidade para dar e receber amor, para comunicar suas emoções, sonhos e projetos, entender as necessidades do outro, ouvindo com atenção e interesse aquilo que é considerado relevante; capacidade de aceitar as diferenças e adaptar-se às mudanças necessárias; de enfrentar as tristezas e alegrias ou os obstáculos e desafios que certamente surgirão no decorrer da jornada. Se bem trabalhadas, as diferenças que poderiam representar um fator de desagregação acabam contribuindo para as mudanças que produzirão crescimento e maturidade.
Desigualdade espiritual
Além dos fatores já mencionados, cremos que a maior ênfase deve ser dada à desigualdade espiritual, ou seja, a que se refere à escolha do cônjuge que não comunga da mesma fé, ou que não tenha o mesmo nível de compromisso com Deus. Nem é preciso dizer que em um lar onde os dois caminham em direções opostas, ou em ritmos diferentes, as conseqüências são desastrosas. Escolher uma pessoa que compartilha das mesmas crenças e sonhos é fundamental para a construção de um bom casamento. É necessário observar os princípios que servirão de base para uma relação duradoura: buscar no parceiro a mesma disposição para servir a Deus, orando com freqüência tanto a sós como em conjunto; ter um claro entendimento dos ensinamentos bíblicos e de como devem se comportar ao longo do namoro, noivado e casamento; ter a consciência de que a sincera amizade, fundamentada no genuíno amor cristão, é indispensável para um casamento equilibrado, já que ela vem embasada nos princípios bíblicos de que não devemos julgar para não sermos julgados e de que devemos considerar o outro como parte do Corpo e Cristo e, portanto, merecedor do nosso apreço e respeito. É verdade que apenas o fato de os dois serem cristãos não é garantia plena de um matrimônio feliz, mas aliado a outros requisitos também indispensáveis, aumenta significativamente a probabilidade de sucesso.
Se, ao ler este artigo, você chegar à conclusão de que o seu namoro não está de acordo com o propósito de Deus, não tenha dúvidas tome as medidas necessárias para não permitir que o seu futuro seja comprometido por uma dedicação da qual venha a se arrepender amargamente. E se concluir que o seu casamento não foi feito segundo o modelo divino, ou se, ao longo da estrada vocês deixaram de considerar a importância de uma aliança com o Criador, não se deixe abater. Busque em Deus a resposta única para o redirecionamento ou restauração do seu casamento. Fazer a coisa certa pode requerer um sacrifício maior, mas os resultados são muito mais gratificantes. Além disso, você pode contar que Deus estará sempre ao seu lado, dando estratégias para que você desfrute de um lar feliz e faça parte do mais arrojado e bem elaborado projeto feito pelo próprio Criador: A família – feliz e abençoada!
Fonte: CPAD
Por Zenilda Pacheco (psicóloga clínica)
Quando uma relação deve acabar?
Às vezes, as coisas boas acabam. E as coisas más continuam a acontecer, muitas vezes por negligência ou até mesmo medo. Talvez o problema não esteja no elevado número de divórcios que se tem visto ultimamente, mas sim no elevado número de casamentos que se têm efetuado sem responsabilidade.
Mas afinal, quando é que uma relação deve terminar? Simples: quando já não acrescenta nada de bom na vida de um ou dos dois. Ou seja, se não está obtendo o que quer ou precisa da pessoa que está namorando, ou se você percebeu que não era exatamente isto o que você deseja para a sua vida. Talvez tenha chegado a hora de partir para outra.
Pode parecer muito egoísta, mas a verdade é que ninguém ficaria feliz numa relação em que só uma das partes continua ligada à outra por pena ou por obrigação…
E como é que você vai saber se deve ou não terminar a relação? Alguns sinais normalmente mostram que a coisa já não vai muito bem. Mas tenha em mente que é normal algumas situações acontecerem de vez em quando, sem que isso queira dizer que a sua relação está acabando !
* Se você já não conta mais as horas ansiosamente para estar com ele(a), ou se já não tem muita paciência para ouvir as reclamações e acha que uma conversa entre vocês é uma espécie de trabalho árduo pode ser um mau sinal.
* Comparações entre o(a ) seu(a) namorado(a) com outros(as) e ele(a) sai sempre perdendo. Isto acontece muito quando se acha outras pessoas mais atraentes. Se ele(a) não é bem aquilo que você queria e que muitas coisas precisam mudar, talvez seja mais fácil procurar alguém que encaixe nas suas medidas.
* Críticas por tudo e por nada. Se está sempre enchendo a cabeça do outro por qualquer coisinha ( se o fato do cabelo está penteado para direita é porque está do lado direito. Se está penteado para esquerda é porque está para esquerda… Enfim, não há maneira de te agradar !!! ), talvez o problema não esteja nele(a), mas sim em você !
* Quando gostamos de alguém, temos tendência a ignorar certos aspectos que, em outras situações, até nos poderiam desagradar. Se está tendo dificuldade em fazer isto, pode ser um mau sinal…
* Está sempre tentando mudá-lo(a). É comum uma pessoa apaixonar-se por outra que faz aumentar a quantidade de adrenalina no sangue e, mais tarde, descobrir que essa adrenalina, a longo prazo, só por si, não chega. Também há pessoas que se perdem de amores por alguém pela sua calma e que acabam por achar que é exatamente a muita calma dessa pessoa que está a acabar com a atração! Tentar mudar a pessoa pela qual nos apaixonamos é, no mínimo, um contra-senso.
* É sempre você quem se dá. As relações são feitas de uma troca mútua de afetos. Se uma das partes só recebe, é sinal que não está empenhada em fazer com que a relação resulte.
* Já não se sente bem em relação a você mesmo(a). Pode parecer estranho, mas lembre-se de como se sentia quando vocês começaram a sair juntos… Sentia-se bem, não é? Se este sentimento não existe mais… Bem, é hora de rever a relação !
Devemos esgotar todas as tentativas para tentar recuperar o namoro ou o noivado, mas é preciso repensar e refletir se vale a pena continuar. A oração, a orientação divina é a melhor forma de sabermos o que devemos fazer com as nossas vidas. Deus é o melhor conselheiro!
“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará.” ( Salmo 37:5 )
(Texto de Viviane Castanheira – retirado de www.elnet.com.br)
Vencendo as tentações
“AS tentações que vocês têm de enfrentar são as mesmas que os outros enfrentam; mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tentações que vocês não têm forças para suportar. Quando uma tentação vier, Deus dará forças a vocês para suportá-la, e assim vocês poderão sair dela.” (I Coríntios 10:13)
Uma das tentações mais constantes na vida de jovens e solteiros é a sexual. O impulso sexual é tão forte , que pode até confundir os nossos pensamentos e a nossa capacidade de julgar uma situação. Ele não é um mau em si mesmo. Certamente, é uma dádiva de Deus para o nosso bem-estar, mas pode tornar-se uma poderosa arma do diabo contra nós se não conseguirmos controlá-lo .
O que um cristão solteiro pode fazer para controlar os seus impulsos? Eis algumas sugestões muito práticas que podem nos ajudar a vencer as tentações:
* Tenha certeza de que Jesus Cristo é o seu Salvador e Senhor: Quando temos fé em Cristo, o Espírito Santo passa a habitar em nós e nos dá forças para vivermos uma vida que agrada a Deus.
* Reconheça que você é pecador: Apesar de crermos em Jesus, nós continuamos pecadores e lutamos contra um conflito íntimo . Ao mesmo tempo em que queremos agradar a Deus, prosseguimos pecando.
* Reconheça que a batalha está na sua mente: Se não pudermos controlar a nossa mente, não controlaremos os nossos impulsos. É na mente que surgem os desejos e eles são estimulados por aquilo que vemos, lemos e ouvimos. Se a nossa mente está sendo sobrecarregada de pornografia e erotismo, o nosso corpo responderá a isso. Alimente a sua mente com coisas saudáveis e puras!
* Cuidado com as amizades e com a solidão: Os amigos exercem grande influência sobre nós, especialmente na adolescência e juventude. Se nossos amigos não são cristãos e não vivem uma vida pura, eles tentarão nos levar para o mesmo caminho. Faça boas amizades. Ficar sozinho por muito tempo também não é saudável. Na solidão, os nossos impulsos sexuais se manifestam através de fantasias e podem nos levar ao pecado. Procure estar sempre bem acompanhado!
* Afaste-se de situações que podem levá-lo a pecar: Especialemtne durante o namoro, é importante procurar evitar ou tomar muito cuidado quando ficarem sozinhos por períodos longos. Sejam criativos e estabeleçam regras de proteção. a vida cristã é uma contínua batalha contra o inimigo.
* Confesse os seus pecados: Se pecar, confesse o seu pecado a Deus com sinceridade e confie no seu perdão. Amargar a derrota por muito tempo pode torná-lo mais vulnerável a uma próxima tentação. Coragem! Cristo derramou seu sangue por você. Seu perdão é completo. Levante-se e siga em frente!
* Não procure justificativas: Não racionalize em relação aos seus impulsos. ” Pode uma coisa boa ser má?” foi a dúvida que Satanás levantou na mente de Adão e Eva ao mostrar-lhes a fruta proibida. A mesma dúvida pode surgir na nossa mente com respeito ao sexo. Quando procuramos justificativas para fazer algo, é porque já estamos deslizando na tentação, Seja forte: lembre-se dos ensinamentos de Deus.
* Lembre-se das providências divinas: Como o impulso sexual é algo ligado particularmente ao nosso corpo, há maneiras de “aliviar a pressão”. Praticar esportes, dedicar um tempo a serviço da comunidade ou mesmo investir energia em algo que precise da nossa criatividade podem ser uma boa maneira de controlar os nossos impulsos.
* Medite na Palavra de Deus: Quanto mais próximo e íntimo você estiver de Deus, mais forte estará diante das tentações. Ore, leia e estude a Palavra de Deus todos os dias.
* Lembre-se que Deus está com você: Deus promete estar conosco sempre, em cada tentação. Nós podemos pedir a sua ajuda, sempre que precisarmos.
Controlar os impulsos sexuais não é algo impossível. Deus nos deu esses desejos para que possamos usufruir de toda a nossa sexualidade. Porém ele quer e pode ajudá-lo a ser vitorioso diante das tentações. Ele se alegrará ao vê-lo desfrutar da sua sexualidade sob a sua aprovação e benção.
Extraído da Bíblia da Família – Estudos de Jaime e Judith Kemp
Tempo de Deus
PR. WAGNER FERNANDES (Líder do Min. de Jovens e Adolescentes da CG-sede)
Nem sempre é fácil esperar, mas existem graves consequências para aqueles que não esperam o tempo certo de Deus, tais como: ansiedade, medo, sonhos desfeitos, decepções, amarguras e frustrações. Deus quer que dependamos integralmente dEle e quer que deixemos nossa auto suficiência em suas mãos. Devemos esperar o tempo certo de Deus para tudo o que buscamos em nossa vida.
Filipenses 4:7 Isaías 64:4
Separe um tempo para Deus em sua agenda
“Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se se ajuntam comm os que zombam de tudo o que é sagrado! Pelo contrário, o prazer deles está na lei do Senhor, e nessa lei meditam dia e noite.” Salmo 1:1-2
Capacitados para o namoro e casamento – parte II
Qual o propósito do namoro à luz das Escrituras?
► Aplicação:
Existem dois tipos de namoro:
Relembrando!
1. O NAMORO IRRESPONSÁVEL – Segundo o modelo do mundo: 1Ts 4.1-7 (corpo/vaso); Ef 4.17-20; 2Tm 2.22 (foge das paixões da mocidade). Pode ser identificado nas seguintes maneiras de relacionar-se:
· Antecipado – fora do tempo - Ec 3.1 e 8.6
· Multiplicado – vários envolvimentos - Jr 17.9
· Prolongado – tempo indeterminado - Rm 14.23
· Avançado – libertino (sem limites) – Ef 5.3-5
· Desobediência – desautorando pais - Ef 6.1-3; Pv 20.20
· Problemático – confusão, encrencado - Ef 5.8-12; 4.31
· Passa tempo – sem propósito – “Ficar” - Fp 3.13-14
· Unilateral – interesse pessoal - Mc 10.19; 1Ts 4.6
· Desrespeitoso – não é correspondido - Rm 12.10 e 16; Mt 22.36-39
· Carnal – defraudatório - 1Co 7.5; Rm 13.12-14; Gl 5.24
Segundo tipo!
2. O NAMORO RESPONSÁVEL – Relacionamento segundo os princípios de Deus que cumpre os seguintes pré-requisitos:
2.1 Capacidade Espiritual
Quando ambos já possuem uma real experiência com Cristo e são capazes de andar segundos os princípios estabelecidos por Deus em sua Palavra. Ez 36.26-27 (coração novo e espírito novo); 1Co 2.15-16 (mente de Cristo); Ef 4.13 (perfeita varonilidade).
2.2 Capacidade Física para o namoro e casamento
Gerar filhos não é somente a capacidade para o casamento; mas é estar apto para educar, instruir, cuidar, amar, servir etc. A formação física só termina quando são adultos.
2.3 Idade Real – Física e Mental – 1Ts 5.23-24
Quando ambos possuem corpos e mentes de adultos. Pois alguns possuem maturidade física, mas não mental.
2.4 Capacidade Financeira – 2Ts 3.6, 10-12
O rapaz deve ter capacidade financeira para poder cumprir os compromissos de provedor de sua família, conforme o modelo bíblico. Esta responsabilidade não é da mulher, mas sim do homem. Quando isto não ocorre, surgem sérios problemas imediatos que podem destruir um casamento:
-
Casa-se com dívidas;
-
A mulher precisa trabalhar;
-
Dificilmente será bom líder;
-
Começar a trabalhar demais.
A recomendação bíblica é: “Não fiquem devendo nada a ninguém. A única dívida que vocês devem ter é a de amar uns aos outros” Rm 13.8
Conclusão:
“Quem ouve esses meus ensinamentos e vive de acordo com eles é como um homem sábio que construiu a sua casa na rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Porém ela não caiu porque havia sido construída na rocha. Quem ouve esses meus ensinamentos e não vive de acordo com eles é como um homem sem juízo que construiu a sua casa na areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa. Ela caiu e ficou totalmente destruída.” Mt 7.24-27
Aplicação prática:
Prepare um tempo de qualidade nesta semana e compartilhe com ele(a) o que você aprendeu sobre os princípios bíblicos para o namoro segundo o padrão de Deus.
Exemplo:
Quais os tipos irresponsáveis de namoro e quais os pré-requisitos para se estabelecer um namoro responsável, segundo os princípios de Deus?
Pr. Carlos Alberto Q. Bezerra (Comunidade da Graça)











